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terça-feira, 26 de junho de 2018

Cargas e Descargas

- ontem, pelas 10 e 5, Pascoal de Melo...
- distraído, M. não verificou a floresta de placas e pagou o EStac. em C. e D....
- resultado: cartinha vermelha no «apára-brisas»...
- o diligente EMEL já estava a tratar do carro seguinte; cordial conversa, naturalmente...:
- «Não tem um Amigo que lhe arranje uma GUIA?
- [...]
- [o que é isso?]
- uma guia de Cargas e Descargas...
- «sorrindente» se despediu M.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Duarte

[ai, esta «Preguiça» de avançar para o Rugido, neste 1617...; que quererá dizer?]
- o Duarte é um «piolhito» (2, 3 anos?) que «chega» para entreter a Plateia de 6, 7 V.        («forças vivas» da P. de F.), que «gozam» o fresco matinal na ESP...
- antes, M. observou as «Manobras» das 3 «RODOV.» que vêm buscar os Pequenos Banhistas...; há manos mais novos que ficam, progenitores que prolongam um pouco a conversa, após os «adeuses»...;
- a intervalos, a leitura da obra «FragM» de I. M. da S. [...]  (300 Ex.s - tantos como os de Poesia...)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Alegria

- o jovem «Gamela», (com uma «poupa» vagamente «à E. P....») que serve aqui na ESP do R., está a dar saltos (literalmente) de Alegria...; o motivo: 8,5 no «639»                       (diz que «receava não passar...»)
- em «contraponto», 2 (!!!!) no de MAT 
(M. teve que lhe dar «os parabéns» - obviamente)

[entrou agora T....]

domingo, 23 de outubro de 2016

«Nunca é tarde para amar. É sempre cedo para morrer.» (Bruno V. Amaral sobre Cohen)

[quebra-se a Regra do «Peri» ser TERR. só de Verão, para que «o Último Cohen» seja para Todo o 1617 que «prepara» o Verão - (só nessa perspetiva J. «mobiliza a sua Energia em DECRESC.»...]

Bruno V. Amaral Roteiriza de forma Humorada, aparentemente Leve - («A Missa Fúnebre do Irmão Cohen» = «Para os Funerais dos que...») o acima referido...
para «Ouver» num «Dossiê» do OBS: AQUI

- Artigo do Expresso, de 24 - 10 - AQUI

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Zmab, 25.º Dia OU «doce recolhimento» (MEC)

- ao 25.º dia no Rugido, C. «desconfia» que será dos «poucos» que não reclama de «tão fresco» Agosto («Verão chocho» diz, ao lado, o sr. R.)
- C. «sente-se pensando-se» num estado «parecido» com o representado na crónica «Doce Recolhimento», de hoje, de MEC

[quanto à General, «declara-se farta de...» - (normal)
 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Carlos da Maia, Portugal, «c'est MOI»

«General Z» -  leitora SÓ de EÇA, veja-se lá -  não pára de falar da ida ao («ressuscitado») «Ideal, do Loreto», no sábado...

[terceira sessão, sala repleta de «BookFACES»...]

[noite «épica», para C.: 3 horas de Cadeira, resistindo à APN...]

[e houve minutos com o REAL, J. B., que disse que...:
-  «os cineastas são uns Ladrões das outras Artes» [...]
-  «aquilo é tudo Papelão Pintado» [...]
«usando só as palavras de Eça», «eram ´os Maias` dele, J. B.» [...]
- «Portugal é um Círculo VICIOSO» [ou algo parecido com isso....]
[...]
- [do dossiê do «Ipsilon», de 12 - 09, destaque-se «Sua Majestade, o Romance», de António Guerreiro - AQUI]

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Zmab: paraíso Canídeo

[cerca das 9 e 30 do Dia do Regresso; ordens da General;
no Palácio Velho, C. ouve uma das funcionárias que varrem a rua]

Nunca vi tanto Cabelo de Cão como neste ano.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Marie (Je vous salue) - Godard

- Da celeuma de então (1985...) restam vagas lembranças a C.
- O filme, só agora, ONTEM, o viu.
- A Tempo.

domingo, 11 de agosto de 2013

ZMAB, 8.º DIA

10: 30

[e, pelo meio do Tórrido Sol nascente, foi irrompendo um Glorioso Nevoeiro]

[estão a chegar os autocarros com os «APINHANÇOS» de J ] 

P. M. H. - ex - Residente na ZMAB  -diz que «chegou ontem e que teve um horrível ano de trabalho» - (Mestre de H. da C. e das A., já esteve duas vezes no Palácio) 
- falhou o Regresso Final, no ano passado, «por uma unha NEGRA» e diz que «voltou a tentar, embora receie lá chegar, acabado»

- «Como é que achas que estão quase todos, por lá?» -  S.

Well

domingo, 28 de julho de 2013

Maria

Maria (a «alentejanita») está «a caminho dos 4  anos».
Conta a avó L. que, ontem, dia do nasc. da mana Joana, chorava e dizia:

«Quero a Minha Mãe para Sempre»

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

MAPA DOS DIAS

ZMAB
14.º Dia.
Escorrem os dias, sempre iguais, logo Tranquilos; E  General Z. voltou a gostar da Aldeia

Quanto a G., começa a sentir a falta do Circuito Roma - Chiado, ou seja, B. + B. - FNC; não há Novidades, mas há o Cheiro e os Dedos (e o uso desses espaços como Biblioteca );
 
 - definitivamente declarada  a incompatibilidade entre (a leitura da) Recherche e a Areia-Mar, voltou-se para uma das duas únicas alternativas vindas  na Mala: A palavra do mudo contos do peruano Julio Ramón Ribeyro

sábado, 11 de agosto de 2012

Corre à Janela

21:00 [Zmab]

Daquela Varanda, disse G. para General Z.:

«É o mais perto de estar no Monte sem estar.»

terça-feira, 31 de julho de 2012

MAPA DE ONTEM

Ontem à tarde, no Novo Palácio de Verão.

Típica «metralhadora falante», diz a Dona I. - patroa e Mestre da equipa que montava os CORT. - , a dado passo:

«Fiquei sem os vitrais dos pulmões.»

Well.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Madre de Deus

10:30

- O pretexto da ida à Madre de Deus foi o de ver as «revisitações» de «Cerâmicos AA» a padrões do séc. XVII - estavam espalhadas em redor de um dos claustros - entre elas, as de alguns Qd.s do ano passado - F. T., por exemplo

- as Imagens, desta vez, «não estavam apagadas», apesar de  - «feitas as contas» - ter sido há cerca de 40 anos que o então Menino D. estivera naquela preciosa Nave Dourada
- João Afonso, de «Histórico-Filosóficas - bom Mestre, apesar das dificuldades em «lidar» com o «Manto Hormonal» do Quadrado - , aí levara o bloco de Ciências - só rapazes, nessa época... pois

-e mora perto, G.....

terça-feira, 2 de agosto de 2011

[A morte é a curva ...] - PESSOA + BORGES + (...)

Manuel Jorge Marmelo, na sua crónica de hoje, no Público, «No bolso do morto», (na secção «Bisturi»), termina citando os dois últimos versos do poema Ortónimo de Pessoa.                       (ver Entrada anterior)

Até lá, relata uma curiosa história, «para-literária», que envolve figuras como Borges, Faciolince (escritor colombiano, autor do romance Somos o esquecimento que seremos) e outros.

Recorte Inicial:

«No bolso do morto»  («Bisturi») Jorge Marmelo

Foi há coisa de um ano que aqui referi o romance Somos o esquecimento que seremos, de Héctor Abad Faciolince, e o poema que o escritor colombiano achou no bolso das calças do pai quando o encontrou assassinado numa rua de Bogotá: “Já somos o esquecimento que seremos/o pó primordial que nos ignora”.

O poema, cujo primeiro verso serviu de título ao romance, estava assinado “JLB” e Faciolince entendeu que se tratava de um escrito de Jorge Luís Borges. A história desse controverso escrito não terminou aí, porém. A sua autoria foi contestada, inclusivamente pela zelosa viúva de Borges, e armou-se uma daquelas polémicas em que os literatos, às vezes, se exercitam. A controvérsia, porém, não deu um filme – deu dois livros. Traiciones de la memoria, do próprio Héctor Abad Faciolince, e Los falsificadores de Borges, do argentino Jaime Correas, contam, de modo diverso, uma investigação de vinte anos que permitiu determinar que os versos eram mesmo do autor de O Aleph. “É uma história estranhíssima. Podia ser um conto de Borges”, declarou Correa quando, há alguns meses, apresentou o seu romance em Buenos Aires.

Tanto quanto foi possível determinar, o poema – que, afinal, eram cinco – saiu da gaveta de Borges na calle Maipu num dia de Setembro de 1985, pela mão de Franca Beer,  [....] .

 Público, 02-08-2011, P2, p. 3


LER - AQUI

terça-feira, 21 de junho de 2011

Quatro Estações

(Passagem pelo Palácio.
F. S. , uma «ex-Qd.a», diz que «teve 18, embora não saiba como, e que vai passar o 1.º trimeste do próximo ano em Itália, num daqueles...intercâmbios?»)

Passagem pelo Chiado:
a) para ver a Fauna: - calções, brancas excursões, várias
b) para marcar o ponto na FNC
c) aí, encontro com P. R. - pintor, ex-M. da AA, sem saudades, e que mora perto.

Por vezes, obras adormecidas nos armazéns das Editoras reaparecem na FNC; foi o caso de As quatro estações» (contos) de David Mourão-Ferreira, na 6ª edição, de 2001, ainda por cima a preço não "totalmente actualizado";

Lá veio; mas, ao chegar à estante, R. encontra outro, igual, mas com capa diferente. Como é?

Com tanto cuidado e lá vem mais uma repetição.
Estás VELHO, R.