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terça-feira, 8 de agosto de 2017

NADA + COND. Z. T.

- desconfia M. que o NADA de D. é «Todo o Tempo do Mundo» («Hei por Nome Todo o Mundo E NINGUÉM» - «auto da Lusitânia»), mas isso é «entre Eles» 

- [reunião, hoje, do «Z. T.»: 3 horas (de (para) Nada? Oxalá NÃO!]

- em NOV., houve a Cena Final: Seguranças, GNR, mudança de chaves, C. C. A. M. [que, até agora, JUN. de 2018, pouco....]


- crónica de domingo, no Público - Maria João Lopes - AQUI
REcortes:

[...] Para mim, uma das coisas mais difíceis de contar a alguém é o nada. Porque o nada está cheio de contradições. É como o som das cigarras, faz um barulho desgraçado, mas parece que isso aumenta o silêncio. Com o nada é o mesmo. Não estou a fazer nada, não se está a passar nada, parece-me que não estou a pensar em nada e, no entanto, é aí que tudo acontece. [...]


domingo, 11 de setembro de 2016

Fecho + Sinédoque


Helena Almeida - DAQUI



Tempo de fechar o «Peri» 
- no final da semana, J. estará no Quadrado, 
para mais um Ciclo 
- entre 60 e 61...
  - que não haja «tropeços»...

sábado, 27 de agosto de 2016

Zmab

É meio do dia e a Névoa não levanta... (Finalmente. Aleluia.)
É dia de passear os carros de bebés pela Larga Avenida...

sábado, 19 de setembro de 2015

MAPA + Fecho

Mapa - o de ontem -
 - a partir das 9 e 45, na C. N. de P., com General Z - [País Real] - custa a acreditar que um punhado de funcion. consiga «dar conta» de tal Multidão...

- na «Grã Fina» (que Nome), em frente, casual (re)encontro com a Mãe de M. B. G. (ou A. P.) - que não reconheceu D., «à primeira»... depois apareceu a de R. V.... e C. aproveitou para saber de F. S.
(três Magníficas, em 0910 , que, depois, tiveram que («de)crescer», naturalmente... e o «resto não se diz...»)

[- Clemente tem andado adormecido, tal como o «Peri»...
 - «mate-se» aquele e «apague-se» este - é tempo de «arrancar» - que a S. não falte, que tudo se ultrapassará...]

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Setembrismo ou Fecho

Setembro vai longo. Lento. Do Tédio à Agonia - Pausa «arrasta-se»...Há que fechar o «PERI», seja como for.

C. pouco leu neste Verão (quer convencer-se de que foi para poupar a V., para que possa «aguentar» os  Ciclos que faltam...)

O que não falhou foi a RECUP. de VOC.
Well.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fecho

                      Pois se o Alpa abriu  -   hoje - , fecha o Peri (a Casa de Verão, com pouca leitura neste 2013
- houve que «esvaziar» mesmo para «ganhar Balanço», claro)

domingo, 21 de julho de 2013

Então qual é o seu próximo nome

[o título é de M. R., uma das que «escapou» do «Cataclismo», por grande Mérito próprio]

...: Samuel

[ver a «proveniência» - aqui e aqui]

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

MAR-CHUVA + Bréchon+Pessoa

[«Mar-chuva», afinal, já não «levanta» hoje - TV Pimba e Volta]

- na p. 26 do Público de hoje, Eduardo Lourenço homenageia Robert Bréchon, falecido a 3 de Agosto

- G. relembra que General Z. (quando ainda lia) «teimava» - com a sua Lógica geralmente isenta de lógica - que Estranho Estrangeiro (França, Abril de 96; Dezembro, em tradução de Pedro Tamen) fora escrita por «mão feminina» - e que não foi fácil levá-la a admitir que não...

- voltar a esta »Biografia» de Pessoa, sempre, sobretudo agora, quando um Disparate oriundo do Brasil «teve honras mediáticas» e outras...

Um RECORTE do texto de E. L.:

[...] A sua magistral revisitação do itinerário de Pessoa recicla todos os mais conhecidos retratos do autor do nosso poeta, a começar pelo do seu primeiro biógrafo, João Gaspar Simões, a quem presta, sem necessidade de o reabilitar, uma sentida e justa homenagem. Tanto mais justa quanto vem de alguém que cedo percebeu que na ausência de vida real, no sentido óbvio, a sua existência ilustrada às avessas por Pessoa era de essência e conteúdo incontornavelmente poético e só dessa original e radical osmose vive e se alimenta. A vida real de Pessoa era autobiografia real e imaginária ao mesmo tempo, e só o seu texto, interrogado ou aceite como essência e alma da sua vida, podia dar dela o espelho que a reflecte ou ela mesmo é. [...]

[sublinhados acrescentados]

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

domingo, 26 de junho de 2011

Hendrix + Linda Eastman + Fotografar com a Alma

“Não há problema, podes sempre fotografar com a alma.”

Linda Eastman, Jimi Hendrix, Nova Iorque, 1967

Das 200 000 imagens que Linda Eastman, depois McCartney, deixou em arquivo, esta é a preferida de Stella, a filha de Linda  e de Paul, que,  com este e os irmãos, seleccionou  as dezenas incluídas na obra recentemente publicada: Life in Photograps(Taschen, 2011)
Objecto da reportagem de hoje, na Pública, pp. 32 - 35, com texto de Sérgio B. Gomes, de que se transcreve o último parágrafo:

[...] Linda  teve apenas duas aulas de técnica, antes de aceitar um convite extemporâneo para fotografar os Rolling Stones numa apresentação para a imprensa no rio Hudson, em Nova Iorque, para a revista Town & Country, em 1966. Divertiu-se a tirar fotografias e a aventura correu bem. A partir daí começou a fotografar mais e mais, aprendendo com a prática, porque acreditava sobretudo no “instinto fotográfico”. Linda abraçou vários universos temáticos, experimentou muitos formatos e diferentes técnicas (gostava dos velhos métodos de impressão). A fotografia era uma extensão de si. Mas não a absorvia — nunca lamentava não ter uma câmara à mão quando lhe aparecia uma boa imagem. Segundo a filha Stella, nesses momentos dizia em voz alta: “Não há problema, podes sempre fotografar com a alma.”