quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Zmab: paraíso Canídeo

[cerca das 9 e 30 do Dia do Regresso; ordens da General;
no Palácio Velho, C. ouve uma das funcionárias que varrem a rua]

Nunca vi tanto Cabelo de Cão como neste ano.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Marie (Je vous salue) - Godard

- Da celeuma de então (1985...) restam vagas lembranças a C.
- O filme, só agora, ONTEM, o viu.
- A Tempo.

Woolf (Virginia)

REcorte final da E. «Sapatos Vermelhos», de «Ana de Amsterdam (Ana Cássia Rebelo)»:

   [...]  Reli “Mrs. Dalloway” à luz fraca de um candeeiro de abajour amarelo. Não sei explicar o que há na escrita da Virgínia Woolf que tanto me prende.  Já li análises, assisti a documentários, já li até uma tese de mestrado de uma rapariga brasileira sobre a estética feminista na sua obra. Conheço a essencialidade, a modernidade, a força imensa da sua escrita, mas, quando leio os seus livros (os romances, sobretudo "Rumo ao Farol"), todas as análises, estudos, comentários me parecem comezinhos, insuficientes. Falta qualquer coisa. Há um mistério secreto na escrita da Virgínia Woolf; suponho que nunca o descobrirei. 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Raro (Rapaz) ou O Pequeno Grande Leitor por Hipótese

[Café do Alemão, como sempre]                     [F., que ontem disse «ter que regressar ao MEST.», foi substituído por T., que diz «pertencer à quarta Geração de CRIMIN., novo curso, no Porto»; boa]

[Ontem, a Dona R. «desconcertava», em Alemão, um turista que usava o Inglês; Delirante, durou quase uma hora; o T. não imaginava no «que se metia» (75, por Noite, em Agosto), e, com o DOc. de Id. nas mãos da Senhora, teve «que se render...»]
 
[9 e trinta; manhã fresca; cheira a Esgoto na Aldeia sobrelotada de Agosto]
 
Na p. da N. S. (este ano «semeada de pedregulhos»), um Infante, de calções verdes (14, 15?), caminha na zona da M. B. e lê, alternando:
- Bovary, na edição da «Minerva de Bolso» (!!!!)
- algo de Machado de Assis ...
(«terão ficado para trás» na casa que alugam?)
 
- quanto a C., iniciou A meta...., de Rui Zink (interrompendo Uma outra voz, de Gabriela R. Trindade)
- («última Hora»: Zink «despachado» numa só tarde....)

 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Zmab: a má-língua local

[10:00 - 2.º dia do «Regresso pós-Avalanche»
Café do Alemão]
um dos «Residentes» [qual «Marreta», não velho]:

«agora que eu estava a gostar disto, é que se acabou;
devia de ser todo o mês de Agosto»

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

AVALANCHE

Primeiro de Agosto.
 [já não se fala em «mudança de Turno» - o Fluxo é contínuo]

Ciclistas, Festivaleiros, Famílias, CRianças, Cães... é só o início.

TRansborda.

Aguenta, Rugido.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

«O projeto que não deixa tirar férias» (Ver e Olhar - «Smoke»)

Ontem - «(Re)visão» de «Smoke» (1995) - (há muitos anos visto).

Recortes do «quadro» Melancólico que «inspirou» o item referenciado AQUI (há um exacto ano...)
[…]
Paul: São todas iguais.
Auggie: Exactamente, mais de 4 mil fotografias no mesmo sítio: o cruzamento da Rua 3 com a sétima Avenida, às oito horas da manhã. […] É por isso que nunca posso tirar férias […]
P: Nunca vi nada assim.
A: É o meu projeto. […]
P: É fabuloso. Mas não sei bem se percebo. […]
[…]
A: Se não abrandares, nunca perceberás […] quase nem olhas para as fotografias.
P: Mas são todas iguais.
A: São todas iguais, mas cada uma delas é diferente de todas as outras. Há manhãs luminosas e manhãs escuras. A luz do verão e a luz do outono. […] Pessoas de casaco e galochas, pessoas de camisa de manga curta e calções. Por vezes são as mesmas, por vezes são diferentes. [...]
P: Abrandar, é isso.
[…]

domingo, 27 de julho de 2014

Zmab, 8º dia

Nada a assinalar.

11:45 (ESP do «Alemão» - ...)

Um Coro de Velhas beija-se e abraça-se ...»

Circulam várias Línguas...)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Barbeiros, I (ou «os perigos de andar de boca aberta») - Miguéis

[texto que teve que ser lido para fins «oficiais...]

[espaçadas eram as idas ao Barbeiro de C., então, D. ou N., pois eram «cortes quase de máquina Zero»; dois eram os barbeiros:
- o sr Manuel, magro ou seco, sóbria e polida figura,  na Calçada da Bica Grande - repleto aos sábados de manhã - que teve carreira muito, muito longa...;
- o sr Fernando, na Calçada Salvador Correia de Sá - onde D. nasceu... - rubicunda e sarcástica figura, sem piedade pelas crianças... (outras histórias...) 

REcortes de Recorte de Miguéis:
      Entrámos numa mercearia, e ali fiquei muito tempo, especado entre as sacas de batatas e de arroz, a ouvir falar de doenças e mortes, de carestia da vida, de política e de outras atualidades, então como hoje, palpitantes: desconsolado e quase choroso, porque ninguém me deu uma bolacha Maria nem um pirolito.
   Havia algum tempo que os ares andavam turvos: falava-se de República e de Revolução. Diziam-se cobras e lagartos do Rei. [...]  Um novo pormenor, para mim de incalculáveis repercussões, vinha acrescentar-se agora ao Regicídio: da explicável confusão que se seguira ao atentado, algumas pessoas tinham saído mortas e feridas. Acontece que o barbeiro da Graça, súbdito leal de Suas Majestades, não quisera perder o ensejo de saudar à chegada a Real Família. No Terreiro do Paço, à passagem do magro e veloz cortejo, ele tinha aberto a boca para bradar «Viva El-Rei!» quando uma bala perdida, entrando-lhe pelo céu da mesma, lhe furou a base do crânio para sair pelo olho direito. Foi uma bala prodigiosamente acrobática, disso não resta dúvida nenhuma. Ignorante da Medicina Legal, ao ouvir estes relatos macabros e sugestivos,limitei-me a pensar com horror nos perigos de andar de boca aberta a dar «vivas», ainda que fosse à República, como era o meu costume.
      Saí da mercearia acabrunhado, pela mão de minha mãe. Tinha confiado os meus virgens caracóis às mãos daquele barbeiro «talassa», e sentia-me agora um bocado órfão.


José Rodrigues. Miguéis, «Pouca Sorte com Barbeiros», in Léah e Outras Histórias, Lisboa, Estampa, 1987 [1.ª edição de 1958], pp. 104 e 105 (adaptado)

RUGIDO

[há pouco, no MULT, «reencontro» com a «pequenina alentejana», colega de D., em MED, no Campo Santana,  entre 76 e...; médica lá para o Interior...; diz que «tem cá Casa, e que, sempre que pode...»; C.- também, cada vez mais...]

[General Z. «lá se decidiu»; e, como gosta muito da «C. dos Aranhiços.»..; será longa a Pausa, desta vez «cortada» na semana da Enchente; Lisboa em Agosto, sempre bom, também]
 
Sempre EXC. Julho, antes da Avalanche FEST...; no jornal de hoje, o «chefe da Coisa» (Montez?) diz que «quer chegar aos 200 000»; não há NAT que resista à IND.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

As metáforas do Sr. DRT.

[último Quadrado daquele tipo de BUROC...]

[se até o próprio classificou a sua INT. de «poética»...]

- curta ou reduzida lista das metáforas que «profusou»...:

- MOTOR, BARCA, PORTO, «lança em África» ... [ai. ai, C. não se lembra de mais...]

- T. A. - a «repórter», disse que «só reproduzirá versão abreviada»

- Palmas, houve. C. S., estranhamente, «não abriu a (o) B.»

- «foi bonita a festa, pá».

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Empreitada + Ex-AA

1.º  Dia da Fotocópia (a 5 Unidades, nada mau, como Receita...)
 -pelo meio da tarde, apareceu J. P. P. - «um dos Nomes que nunca será esquecido» (outras histórias...)
- finalista de 96 - 97 (ADV, 1.º Bloco, n.º 14, confirma o «D. dos Retratos»), o primeiro ano «definitivo» de C., então D., no Paraíso (e mais não se diz...).

- CIN. e, ou, Dir. de FOT., 35 anos, - diz «que agora não rejeita trabalho algum», «porque tem: uma filha de 12; um Enteado, DISL, a vir em breve para o Paraíso»,  (e o resto não se diz ...)

Well.

[hoje, 16, quando C. contou a S. M. - Mestre, de I. e S., do referido QUAD: «35 anos? Como não estar Velha, EU?»]

sexta-feira, 11 de julho de 2014

MAPA DO DIA

[enquanto «Sempre Sorrrrisos» espera...]                  (pelas 18:30?)

1. última sessão de Pares

2. palmas, houve muitas

3. nada a assinalar

Well.
 «Let´s Dance»

sexta-feira, 4 de julho de 2014

RASGA - RASGA + "Verão pendurado"

1. DE manhã,  sentado na ESP. do L. B.,
- após ter falado com dois «actuais AA.», -
C. «pensa sentindo» que terminou o «1.º terço» da Grande Ausência - o do Vazio -, atendendo ao  «Regresso da  Vontade da Palavra e da Imagem.»

2. Tão «intermitentes», dispersas ou descontínuas foram as leituras neste «1.º terço», que não pode repetir uma lista como a de 4 de julho do passado ano...
 
3. de resto, toda a tarde foi de RASGA-RASGA

[muito gosta C., por razões que incluem as do «Planeta Desconhecido» - (L. D.) - de Verões Frescos, mas será prematuro, quando ainda faltam os dois Meses do Fogo, considerar o que decorre como «O Verão Pendurado» (crónica de hoje de MEC)]

quinta-feira, 19 de junho de 2014

MAPA DO DIA

[de ontem]
 
[pela AUSÊNCIA, C. «recompensou-se» («estupid.», seja) do SOF. do ano passado...(«e o resto não se diz»]

domingo, 15 de junho de 2014

Branco (O hospital e a praia) - por Sophia


O HOSPITAL E A PRAIA

E eu caminhei no hospital
Onde o branco é desolado e sujo
Onde o branco é a cor que fica onde não há cor
E onde a luz é cinza

E eu caminhei nas praias e nos campos
O azul do mar e o roxo da distância
Enrolei-os em redor do meu pescoço
Caminhei na praia quase livre como um deus

Não perguntei por ti à pedra meu Senhor
Nem me lembrei de ti bebendo o vento
O vento era vento e a pedra pedra
E isso inteiramente me bastava

E nos espaços da manhã marinha
Quase livre como um deus eu caminhava

E todo o dia vivi como uma cega

Porém no hospital eu vi o rosto
Que não é pinheiral nem é rochedo
E vi a luz como cinza na parede
E vi a dor absurda e desmedida

Sophia de Mello Breyner Andresen, Livro Sexto, 1962, transcrito do II vol de Obra Poética, 4.ª ed. 1999, p. 138

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ex - AA + Apontamentos

[manhã já Alta, o calor apenas permitiu a C. a descida da A. Reis - pelo lado da «Mitra»-, até à FNC; lixo, cheiros fortes, turistas «aos molhos», «afogueados» [...] 
- mangueiras camarárias, vá lá, refrescavam detritos e destroços - ah, esta mania de, em dia de S. Pessoa, visitar o «depois da Festa» -
 
- entrou na «Feira dos Tecidos», à esquina da R. do Ouro [onde houve uma LIV do «DN»... - seis meses depois - só para confirmar que lá continuava D. S. (1112, RPE) [...] -
 
- «provocou-a», chamando-lhe «boa Funcionária» [retorquiu «que sim, que até já fora aumentada»] e perguntando «quando é que emigrava» [respondeu «que estava uma irmã para chegar, de Angola, e que depois decidiam...»]
- Ligeira, isso,  continua...

terça-feira, 10 de junho de 2014

Antecipação - «que Nome é o seu?»

- Clemente, para toda a (próxima) temporada («1415»)

[vai ser preciso «fazer jus» ao Nome - mas, algo terá que mudar - mesmo que seja para «tudo ficar na mesma», lá para o fim...]

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fecho

                      Pois se o Alpa abriu  -   hoje - , fecha o Peri (a Casa de Verão, com pouca leitura neste 2013
- houve que «esvaziar» mesmo para «ganhar Balanço», claro)

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Uma DÉCADA (passou)

Finalista em 03 - 04, L. F. há muito que não «dava sinais» - sendo uma das Raras que várias vezes «aparecera», até, sensivelmente, 08 [????]

Num Percurso que S. se abstém - naturalmente - de adjectivar - foi de ADV à FAC na área da FOT - e, interrompendo, a ED de I, numa FAC ao Norte [...] - diz, agora, «que esteve 5 meses na Letónia e que busca trabalho» [...]

Reaparece, para  avisar da «colectiva», e promete visitar o NOvo Paraíso [...]

Se for para a semana, será convidada a fazer uma «daquelas apresentações» [pois, a Porta Escancarada...]

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

«E o resto não digo...» (Natália)

- [de Janeiro de 75 a Abril de 78, S., então D., «mourejou» na SMT, no  52 da Rodrigues Sampaio - a seguir, era a B.S.;]
«E o resto não digo»

- F. Dacosta refere amiúde que «quando [N.] regressava do Botequim ficava a conversar com marginais e prostitutas». [...]
«E o resto não digo»
 
- apesar do Género «C. de Amigo»  ter sido arredado  dos PROG ESC, quando pode, S. «introduz» N. como estudiosa e «criativa dialogante» com o mesmo.
- Estrofe inicial de um dos poemas que mais vezes «mostra» no Quadrado sem PLateia:
 
Ledo o meu amigo foi caçar no monte,
Disseram-me as aves que o esperasse na fonte.
Jovial o vento levou-me o vestido,
Soltou-me o cabelo. E o resto não digo...
[...]
Natália Correia, Alegram-se as velhas amigas em novos cantares de amigo , V , transcrito de O sol nas noites e o luar nos dias, II, Projornal, 1993, p. 420
 
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MAPA DO DIA - outro Homem Securitas

[tudo atrasado - desfilam para «o CONTRATO» - olha que aborrecimento]

cerca das 11:00    [decorria um dos - habituais - e «soporíferos» - DDT.s]
- de origem cabo verdiana, muito «desempenado», este jovem Homem Securitas anda pelo 1.92 m. - «de pais de estatura normal»,  disse 
- S. chama-lhe «General F.» -
- diz que fez (na C. PIA) Design de EQUIP e PAST - desafiado a retomar esta, que «rende mais que ser Doutor» («envenenou» S.) - respondeu que «já não se lembrava» - «mas é só voltar a pôr a Mão na Massa»- - «arrematou» S.

[não anda a ler Nada, S., é só T.]

domingo, 8 de setembro de 2013

Tratado das Mãos

GPS iPHONE, 38.72350N 9.13523W, Intendente, Lisboa,  Rui Gaudêncio, «Revista 2», Público, 08 - 09 - 2013, p. 6



sábado, 7 de setembro de 2013

a Arte de Pedir e a Busca da Pergunta Certa

[da Era da I.,
S., então ainda D., recorda as «Habilidades» que muitos faziam, num Tempo e Espaço - os de um Bairro RIB de Lis - de Convívio mais «Físico» que o actual -
-  ao «Pena Jóia», cujo Perfil vem amiúde recontando, década após década,  VER AQUI - (em OUT, de 17, 77 CURSO)- poderia S. chamar de ESTÁTUA, de certo modo]
- [também S., de vez em quando, no QUAD., «brinca» de ESTÁTUA - sem MAQ, em «aparente Improviso», sem Mão estendida]

[no «TEdTalks» -  as palavras e o olhar  de quem percebe de uma Poda a que chama «um regresso Futuro ao Passado» - Amanda Palmer]

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

o (NOVO) «Homem Securitas»

Palácio 1314, 10:45

H. S. [interrompendo a atenção que prestava a Neófita + Mother]:
- Posso ajudá-lo?
S.: [batendo-lhe a Pala, em continência]
[...]
H. S. [«ex-Pugilista», de certeza] [percebendo tudo e «fingindo-se atrofiado»]:
- pois, de calções, e eu para aqui FARDADO, apertado...

[cerca de vinte minutos depois, quando S. classifica de «MONOS» os livros que transportava]

H. S. - também me fartei de ler «TRALHAS» na FAC [...]
S.: [...?]
E depois disse que «tinha feito Sociologia há 25 anos, mas que sempre [...]»

Ainda há quem refira que o problema dos LIC sem [...] é recente [...]

Depois apareceu L. M. e [...]

Well

sábado, 24 de agosto de 2013

José Homem - «Máquina aforística»

- [...] foi «despachado de um Fôlego» - curtas narrativas, dialogadas, num.as de 0 a 99, com um Velho a «APAGAR» a «herdança» PATERNA [que inclui valiosa Biblioteca] e um Jovem, «perneta», a «desconcertar-lhe» os [assumidos] Dias Inúteis

RECORTE:
33
José apontou para o relógio.
Vens tarde. Lembras-te do que te disse sobre um homem honrado? Tempo e palavra.
O rapaz parou diante dele, incompleto.
Já temos uma professora, da capital.
José levantou as sobrancelhas, apontou para um dos cadeirões para que ele se sentasse. Antonino desencaixou a perna artificial, acomodou-se.
E falou-vos de quê, precisamente?
Da generosidade de Portugal e do amor a Angola.
Deves duvidar sempre da verdade dos outros.
Da pofessora também?
Particularmente.
O rapaz encolheu os ombros.
Porque ensinam mentiras com o entusiasmo de quem diz a verdade.

Marlene Ferraz, A vida inútil de José Homem, 2013, Gradiva, pp. 96, 97

 [entrevista - «Oficina Aberta» - a José Fialho Gouveia, programa «Bairro Alto», RTP 2, em Junho:  AQUI] - Já NÃO
[depoimento - «Ler mais Ler Melhor», RTP 2, 19 de Agosto:   AQUI - RTP ARQUIVO]


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ZMAB, 18.º DIA

[primeira Avaria séria do H. obriga a estar confinado à Aldeia ]

- o ar concentrado de J. da S. (ex-bancário do BNU e tio de M. G.da S., «Vizinho de ODEM») despertou S. 
- ao esplendoroso «pôr-de-Sol com Lua Cheia», acrescentava a atenção ao Bando de Estorninhos que, muito alto, circulava no Interior - segundo ele, «estariam assustados com a Charanga do Cardinali que atroava o Largo» (que, aqui, não é o «Centro do Mundo» - M. da F.)
- mas, à hora certa, a do Disco Vermelho a rasar o Horizonte, mergulharam a Pique para a Gruta onde, junto ao Mar, passam a noite - e J. da S. acrescentou outras Lições - foi «Bonita a Festa, Pá»

- Menino da Cidade, em tantos anos de vinda para a Aldeia, nunca S. de tal se apercebera

Well

terça-feira, 20 de agosto de 2013

(Ex - AA)

Dois reencontros com ex-AA:

A) na revista «P2»,  de domingo, do Público, de 18 - 08,     a partir da p. 26
com S. DIM. - ARQ - a trabalhar em Sion, com o pai , trabalhador da construção civil - um «refazer de trilhos migratórios» 
- S. não tem aqui o Álbum dos Retratos, mas tem quase a certeza de que é «aquela que foi uma pequenina e dedicada Qda» - sempre sorridente (tal como na foto) - de um dos últimos Blocos (de bom nível) do G. de A.                     

[CONF., em 05 - 09:  10, 1, n.º 20, 2003-2004]



B) junto ao Posto de T., reencontro com J. [...] - entrada ao abrigo da PERMEAB, fez «diferença» - está com o Pai, antes actor, na COMP. de Mário Viegas, que diz «estar a trabalhar como jornalista, há dois anos, em Macau» - J. relembrou que «fez ADV, mas está agora  a lançar-se em W. D.» 
- ah, e recordou que «quase nasceu na ZMAB»

domingo, 18 de agosto de 2013

Zmab, 15.º Dia («Meiou-se»)

Pelas 13 horas,  «Olímpica de nove metros» - 
 após 3 horas no Interior a observar o trabalho de Curtidas, Velhas Mãos
 - que bem que soube.

Well

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pesos, Medidas e Raízes

ZMAB, 10.º DIA - ONTEM

- com a Zmab sob Névoa persistente, rumou-se ao Chão (Matriz) de «General Z.», até para o «apresentar» a C. Bap.      - e o Princeso há muito lá não ia

- pela primeira vez, em muitos anos, a General não queria regressar, mal  chegada - como que passando Testemunho ao Princeso (que, diga-se, estava com um «Ataque Agudo de Lirismo»...)

- à despedida, disse a Senhora S.:
- «O Peso e a Medida é que governam a Vida»
- e disse o Senhor A. (Mãos Impressionantes, Nodosas - a recuperar de um atropelamento Grave, quase aos noventa anos), para o Par Jovem:
- «É preciso deixar uma raizinha»

[«nenhum deles aprendeu a ler ou a escrever», cf. Saramago...]

WELL

terça-feira, 13 de agosto de 2013

De punhos cerrados - Urbano T. Rodrigues

Urbano Tavares Rodrigues
- Fotografia de Daniel Rocha, Público, 10 - 08 - 2013, pp. 2, 3
VER AQUI: artigo-reportagem de vários [...] + excerto de DOC. de Poss. Cachapa
[de 2008, 9?; no VIMEO? - cerca de 16' de 50'?]

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Recursos, demagogia e milagres

[9.º dia, Princeso na Estrada]

10.45
- por telefone, S. M. informa que «subiu um ponto» 
[de 91 para 92 - há Absurdos destes]
- subidas como esta - «ineficazes» - houve muitas; 

R. P. P. - à beira da Libertação, disse, durante a HEC da 1.ª Ronda, que «um bom Recurso precisa de Demagogia» 
(parece que não resultou)
 - mas também disse, irónica E séria, quando, com S., E.M., e C. S., via as P. da 2.ª Ronda, em tudo «iguais» às da primeira:
«Fica provada a Validade desta Prova»

- aqui, na ZMAB, cruzou-se S. com um «Par Maravilha»-  F. S. e M. F. - a Pequenina crismada de «A Profissional» - que partem, acabado o FEST  -
pois

domingo, 11 de agosto de 2013

ZMAB, 8.º DIA

10: 30  [e, pelo meio do Tórrido Sol nascente, foi irrompendo um Glorioso Nevoeiro]

 P. M. H. - ex - Residente na ZMAB e com casa na Laj.a - diz que «chegou ontem e que teve um horrível ano de trabalho» - (Mestre de H. da C. e das A., já esteve duas vezes no Palácio;  - falhou o Regresso Final, no ano passado, «por uma unha NEGRA» e diz que «voltará a tentar, embora receie lá chegar acabado»*;  - «Como é que achas que estão quase todos, por lá?» -  respondeu S.

 - *e conseguiu mesmo, em [...]

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Zmab, I




3.º Dia 
(daquela que será a mais longa Estadia das últimas 15, 16 Épocas)
[havia que evitar a AVALANCHE FEST]

[na Mala, não veio Poesia, só Narrativas]

10:15
Café do Alemão, a ver passar as Figuras («repetidas», em grande parte)

Por cima da porta de uma Velha Casa (que fica em frente da Toca do Aranhiço),
DOIS  LETREIROS (toscos, à mão redigidos):

LAVA-SE ROUPA
BANHOS QUENTES
BATA APORTA E NGOCEIE



sábado, 3 de agosto de 2013

ALENTEJO: «O mundo é pequeno, o Alentejo é imenso.»- Eucanaã Ferraz

JOÃO E MARIA

O Alentejo não tem caroço nem casca,
não tem paredes nem teto; certa vez

um velho deixou suas memórias sobre a mesa
todas queimaram, porque os fantasmas lá

não resistem à luz que se lança de altas espigas
para o pátio onde cada faísca risca e dança

entre sobreiros junhos girassóis e dura
mesmo noite adentro. Sente o cheiro

da madeira queimada? São fantasmas, nada.
O mundo é pequeno, o Alentejo é imenso

e lá estava o homem depois de todas as viagens
sem poder dizer de si mesmo algo como:

o dono e seu retorno. Afinal, onde a casa
o relógio a mulher o cachorro o nome?

O retrato da Virgem a lâmpada a cama onde?
Desdobra-se o horizonte em céus em dunas

de poeira em túnicas no vento em fios
e não há nunca filhos ou amigos ou espelho.

Que lugar a cidade a fidelidade urdindo
desfazendo e outra vez os anéis sem fim

da espera? Indaga os livros os mortos
até que as areias do mar, do mar que

parecia distante,
lentamente - não, de repente - cobrem-lhe

a voz e o tempo. O mundo
é pequeno, o Alentejo é imenso.

Eucanaã Ferraz (Rio de Janeiro, 1961; - ), Relâmpago, n.º 31 - 32, Abril de 2013, pp. 175, 6

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

«Vende chocolates, Pequena, vende chocolates» OU «o PLano B pode ser DOCE»

[a «cena» é de Ontem]
- procurando «compensação» para a «Pancada» (ainda que «esperada») das P. da 2.ª Ronda,  S. lá foi, caminho do Triângulo BAR - BERT - R. D.
- aí, «chegada há uma semana», mas de out. a Abr., a Relâmpago dedicada a Irene Lisboa (surpresa, de certo modo)
- na ARC vizinha [oficiantes fardadas «à Antiga PORT»], a primeira FUNC., mais velha, mostrou curiosidade [...]
- depois chamou a mais nova
 
- apresentou-se como «JORNALISTA especializada na área cultural e literária» (boa! Ora Toma!)
- a) de Irene Lisboa, «ouvira falar da Poesia» - [tê-la lido, deduziu S., NÃO]
- B) de Maria Judite de Carvalho, sabia que «fora a esposa de U. T. R». - [tê-la lido, também NÃO]
- C) da Relâmpago, «desconhecia a existência» [...]
Vende Chocolates, Pequena, vende chocolates
- [Dá mais Futuro]
 
( e mais uma vez S. deu razão a P. M. - a grande estudiosa (e muito mais) da obra de I. L.)
 
 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Envelopes, Plano B e «lotaria não instantânea»

- Envelopes muito iguais aos da 1.ª Ronda [...] - M. C. P. - neto de Jornalista Histórico - tirou finalmente algo da «cartaxaneira» e atingiu os «mínimos olímpicos»   - M. J. R., a Primeira a ver, fez o Retrato da Famosa EXP que «o terá salvo»]

- outros (as) - de percursos mais «consistentes», NÃO - venham os «Planos B»

- Ocasião Única  e Irrepetível - só com muito «Treino», «Unhas e Dentes» ou não «chega» para a Lotaria (não) Instantânea?

terça-feira, 30 de julho de 2013

RASGA - RASGA

- S. espera por  General Z;      [a Zmab que espere...]
- há papéis acumulados, de «anos e anos», para rasgar [...]

- [pelo meio, surgem «peças», folhas, recortes, fragmentos [..] que (re) acendem  (INVOLUNTárias) Memórias e memórias [...]
 

Maria Teresa Horta + Ana Luísa Amaral + Graça Martins

[«Quintas de Leitura», Porto, 11 de Julho de 2013]

Vídeo da sessão em:
http://www.youtube.com/watch?v=ya9K_fkpfoo

- ver, também, no Blogue de Graça Martins + «diálogos plásticos» com poemas de M. T. H. - «entrada» de 29 de Julho :           AQUI