quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Fecho

                      Pois se o Alpa abriu  -   hoje - , fecha o Peri (a Casa de Verão, com pouca leitura neste 2013
- houve que «esvaziar» mesmo para «ganhar Balanço», claro)

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Uma DÉCADA (passou)

Finalista em 03 - 04, L. F. há muito que não «dava sinais» - sendo uma das Raras que várias vezes «aparecera», até, sensivelmente, 08 [????]

Num Percurso que S. se abstém - naturalmente - de adjectivar - foi de ADV à FAC na área da FOT - e, interrompendo, a ED de I, numa FAC ao Norte [...] - diz, agora, «que esteve 5 meses na Letónia e que busca trabalho» [...]

Reaparece, para  avisar da «colectiva», e promete visitar o NOvo Paraíso [...]

Se for para a semana, será convidada a fazer uma «daquelas apresentações» [pois, a Porta Escancarada...]

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

«E o resto não digo...» (Natália)

- [de Janeiro de 75 a Abril de 78, S., então D., «mourejou» na SMT, no  52 da Rodrigues Sampaio - a seguir, era a B.S.;]
«E o resto não digo»

- F. Dacosta refere amiúde que «quando [N.] regressava do Botequim ficava a conversar com marginais e prostitutas». [...]
«E o resto não digo»
 
- apesar do Género «C. de Amigo»  ter sido arredado  dos PROG ESC, quando pode, S. «introduz» N. como estudiosa e «criativa dialogante» com o mesmo.
- Estrofe inicial de um dos poemas que mais vezes «mostra» no Quadrado sem PLateia:
 
Ledo o meu amigo foi caçar no monte,
Disseram-me as aves que o esperasse na fonte.
Jovial o vento levou-me o vestido,
Soltou-me o cabelo. E o resto não digo...
[...]
Natália Correia, Alegram-se as velhas amigas em novos cantares de amigo , V , transcrito de O sol nas noites e o luar nos dias, II, Projornal, 1993, p. 420
 
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MAPA DO DIA - outro Homem Securitas

[tudo atrasado - desfilam para «o CONTRATO» - olha que aborrecimento]

cerca das 11:00    [decorria um dos - habituais - e «soporíferos» - DDT.s]
- de origem cabo verdiana, muito «desempenado», este jovem Homem Securitas anda pelo 1.92 m. - «de pais de estatura normal»,  disse 
- S. chama-lhe «General F.» -
- diz que fez (na C. PIA) Design de EQUIP e PAST - desafiado a retomar esta, que «rende mais que ser Doutor» («envenenou» S.) - respondeu que «já não se lembrava» - «mas é só voltar a pôr a Mão na Massa»- - «arrematou» S.

[não anda a ler Nada, S., é só T.]

domingo, 8 de setembro de 2013

Tratado das Mãos

GPS iPHONE, 38.72350N 9.13523W, Intendente, Lisboa,  Rui Gaudêncio, «Revista 2», Público, 08 - 09 - 2013, p. 6



sábado, 7 de setembro de 2013

a Arte de Pedir e a Busca da Pergunta Certa

[da Era da I.,
S., então ainda D., recorda as «Habilidades» que muitos faziam, num Tempo e Espaço - os de um Bairro RIB de Lis - de Convívio mais «Físico» que o actual -
- a «Pena Jóia», cujo Perfil vem amiúde recontando, década após década
- VER AQUI - (a construir)- poderia S. chamar  de ESTÁTUA, de certo modo]

[também S., de vez em quando, no QUAD., «brinca» de ESTÁTUA - sem MAQ, em «aparente Improviso», sem Mão estendida]

[no «TEdTalks» -  as palavras e o olhar  de quem percebe de uma Poda a que chama «um regresso Futuro ao Passado» - Amanda Palmer]

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

o (NOVO) «Homem Securitas»

Palácio 1314, 10:45

H. S. [interrompendo a atenção que prestava a Neófita + Mother]:
- Posso ajudá-lo?
S.: [batendo-lhe a Pala, em continência]
[...]
H. S. [«ex-Pugilista», de certeza] [percebendo tudo e «fingindo-se atrofiado»]:
- pois, de calções, e eu para aqui FARDADO, apertado...

[cerca de vinte minutos depois, quando S. classifica de «MONOS» os livros que transportava]

H. S. - também me fartei de ler «TRALHAS» na FAC [...]
S.: [...?]
E depois disse que «tinha feito Sociologia há 25 anos, mas que sempre [...]»

Ainda há quem refira que o problema dos LIC sem [...] é recente [...]

Depois apareceu L. M. e [...]

Well

sábado, 24 de agosto de 2013

José Homem - «Máquina aforística»

- [...] foi «despachado de um Fôlego» - curtas narrativas, dialogadas, num.as de 0 a 99, com um Velho a «APAGAR» a «herdança» PATERNA [que inclui valiosa Biblioteca] e um Jovem, «perneta», a «desconcertar-lhe» os [assumidos] Dias Inúteis

RECORTE:
33
José apontou para o relógio.
Vens tarde. Lembras-te do que te disse sobre um homem honrado? Tempo e palavra.
O rapaz parou diante dele, incompleto.
Já temos uma professora, da capital.
José levantou as sobrancelhas, apontou para um dos cadeirões para que ele se sentasse. Antonino desencaixou a perna artificial, acomodou-se.
E falou-vos de quê, precisamente?
Da generosidade de Portugal e do amor a Angola.
Deves duvidar sempre da verdade dos outros.
Da pofessora também?
Particularmente.
O rapaz encolheu os ombros.
Porque ensinam mentiras com o entusiasmo de quem diz a verdade.

Marlene Ferraz, A vida inútil de José Homem, 2013, Gradiva, pp. 96, 97

 [entrevista - «Oficina Aberta» - a José Fialho Gouveia, programa «Bairro Alto», RTP 2, em Junho:  AQUI]
[depoimento - «Ler mais Ler Melhor», RTP 2, 19 de Agosto:   AQUI]


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ZMAB, 18.º DIA

[primeira Avaria séria do H. obriga a estar confinado à Aldeia ]

- o ar concentrado de J. da S. (ex-bancário do BNU e tio de M. G.da S., «Vizinho de ODEM») despertou S. 
- ao esplendoroso «pôr-de-Sol com Lua Cheia», acrescentava a atenção ao Bando de Estorninhos que, muito alto, circulava no Interior - segundo ele, «estariam assustados com a Charanga do Cardinali que atroava o Largo» (que, aqui, não é o «Centro do Mundo» - M. da F.)
- mas, à hora certa, a do Disco Vermelho a rasar o Horizonte, mergulharam a Pique para a Gruta onde, junto ao Mar, passam a noite - e J. da S. acrescentou outras Lições - foi «Bonita a Festa, Pá»

- Menino da Cidade, em tantos anos de vinda para a Aldeia, nunca S. de tal se apercebera

Well

terça-feira, 20 de agosto de 2013

(Ex - AA)

Dois reencontros com ex-AA:

A) na revista de domingo do Público, de 18 - 08,
com S. M. - ARQ - a trabalhar em Sion, com o pai , trabalhador da construção civil - curioso «refazer de trilhos migratórios» 
- S. não tem aqui o Álbum dos Retratos, mas tem quase a certeza que é «aquela que foi uma pequenina e dedicada Qda» - sempre sorridente (tal como na foto) - de um dos últimos Blocos (de bom nível) do G. de A.                     [CONF., em 05 - 09:
10, 1, n.º 20, 2003-2004]

- depoimentos completos:    AQUI

B) J. - entrada ao abrigo da PERMEAB, fez «diferença» - está com o Pai, ator, que diz «estar a trabalhar como jornalista, há dois anos, em Macau» - J. relembra que «fez ADV, mas está agora  a lançar-se em W. D.» 
- ah, e recordou que «quase nasceu na ZMAB»

domingo, 18 de agosto de 2013

Zmab, 15.º Dia («Meiou-se»)

Pelas 13 horas,  «Olímpica de nove metros» - 
 após 3 horas no Interior a observar o trabalho de Curtidas, Velhas Mãos
 - que bem que soube.

Well

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pesos, Medidas e Raízes

ZMAB, 10.º DIA - ONTEM

- com a Zmab sob Névoa persistente, rumou-se ao Chão (Matriz) de «General Z.», até para o «apresentar» a C. Bap.      - e o Princeso há muito lá não ia

- pela primeira vez, em muitos anos, a General não queria regressar, mal  chegada - como que passando Testemunho ao Princeso (que, diga-se, estava com um «Ataque Agudo de Lirismo»...)

- à despedida, disse a Senhora S.:
- «O Peso e a Medida é que governam a Vida»
- e disse o Senhor A. (Mãos Impressionantes, Nodosas - a recuperar de um atropelamento Grave, quase aos noventa anos), para o Par Jovem:
- «É preciso deixar uma raizinha»

[«nenhum deles aprendeu a ler ou a escrever», cf. Saramago...]

WELL


terça-feira, 13 de agosto de 2013

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Recursos, demagogia e milagres

[9.º dia, Princeso na Estrada]

10.45
- por telefone, S. M. informa que «subiu um ponto» 
[de 91 para 92 - há Absurdos destes]
- subidas como esta - «ineficazes» - houve muitas; 

R. P. P. - à beira da Libertação, disse, durante a HEC da 1.ª Ronda, que «um bom Recurso precisa de Demagogia» 
(parece que não resultou)
 - mas também disse, irónica E séria, quando, com S., E.M., e C. S., via as P. da 2.ª Ronda, em tudo «iguais» às da primeira:
«Fica provada a Validade desta Prova»

- aqui, na ZMAB, cruzou-se S. com um «Par Maravilha»-  F. S. e M. F. - a Pequenina crismada de «A Profissional» - que partem, acabado o FEST  -
pois

domingo, 11 de agosto de 2013

ZMAB, 8.º DIA

10: 30

[e, pelo meio do Tórrido Sol nascente, foi irrompendo um Glorioso Nevoeiro]

[estão a chegar os autocarros com os «APINHANÇOS» de J ] 

P. M. H. - ex - Residente na ZMAB  -diz que «chegou ontem e que teve um horrível ano de trabalho» - (Mestre de H. da C. e das A., já esteve duas vezes no Palácio) 
- falhou o Regresso Final, no ano passado, «por uma unha NEGRA» e diz que «voltou a tentar, embora receie lá chegar, acabado»

- «Como é que achas que estão quase todos, por lá?» -  S.

Well

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Zmab, I




3.º Dia 
(daquela que será a mais longa Estadia das últimas 15, 16 Épocas)
[havia que evitar a AVALANCHE FEST]

[na Mala, não veio Poesia, só Narrativas]

10:15
Café do Alemão, a ver passar as Figuras («repetidas», em grande parte)

Por cima da porta de uma Velha Casa (que fica em frente da Toca do Aranhiço),
DOIS  LETREIROS (toscos, à mão redigidos):

LAVA-SE ROUPA
BANHOS QUENTES
BATA APORTA E NGOCEIE



sábado, 3 de agosto de 2013

ALENTEJO: «O mundo é pequeno, o Alentejo é imenso.»- Eucanaã Ferraz

JOÃO E MARIA

O Alentejo não tem caroço nem casca,
não tem paredes nem teto; certa vez

um velho deixou suas memórias sobre a mesa
todas queimaram, porque os fantasmas lá

não resistem à luz que se lança de altas espigas
para o pátio onde cada faísca risca e dança

entre sobreiros junhos girassóis e dura
mesmo noite adentro. Sente o cheiro

da madeira queimada? São fantasmas, nada.
O mundo é pequeno, o Alentejo é imenso

e lá estava o homem depois de todas as viagens
sem poder dizer de si mesmo algo como:

o dono e seu retorno. Afinal, onde a casa
o relógio a mulher o cachorro o nome?

O retrato da Virgem a lâmpada a cama onde?
Desdobra-se o horizonte em céus em dunas

de poeira em túnicas no vento em fios
e não há nunca filhos ou amigos ou espelho.

Que lugar a cidade a fidelidade urdindo
desfazendo e outra vez os anéis sem fim

da espera? Indaga os livros os mortos
até que as areias do mar, do mar que

parecia distante,
lentamente - não, de repente - cobrem-lhe

a voz e o tempo. O mundo
é pequeno, o Alentejo é imenso.

Eucanaã Ferraz (Rio de Janeiro, 1961; - ), Relâmpago, n.º 31 - 32, Abril de 2013, pp. 175, 6

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

«Vende chocolates, Pequena, vende chocolates» OU «o PLano B pode ser DOCE»

[a «cena» é de Ontem]
- procurando «compensação» para a «Pancada» (ainda que «esperada») das P. da 2.ª Ronda,  S. lá foi, caminho do Triângulo BAR - BERT - R. D.
- aí, «chegada há uma semana», mas de out. a Abr., a Relâmpago dedicada a Irene Lisboa (surpresa, de certo modo)
- na ARC vizinha [oficiantes fardadas «à Antiga PORT»], a primeira FUNC., mais velha, mostrou curiosidade [...]
- depois chamou a mais nova
 
- apresentou-se como «JORNALISTA especializada na área cultural e literária» (boa! Ora Toma!)
- a) de Irene Lisboa, «ouvira falar da Poesia» - [tê-la lido, deduziu S., NÃO]
- B) de Maria Judite de Carvalho, sabia que «fora a esposa de U. T. R». - [tê-la lido, também NÃO]
- C) da Relâmpago, «desconhecia a existência» [...]
Vende Chocolates, Pequena, vende chocolates
- [Dá mais Futuro]
 
( e mais uma vez S. deu razão a P. M. - a grande estudiosa (e muito mais) da obra de I. L.)
 
 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Envelopes, Plano B e «lotaria não instantânea»

- Envelopes muito iguais aos da 1.ª Ronda [...] - M. C. P. - neto de Jornalista Histórico - tirou finalmente algo da «cartaxaneira» e atingiu os «mínimos olímpicos»   - M. J. R., a Primeira a ver, fez o Retrato da Famosa EXP que «o terá salvo»]

- outros (as) - de percursos mais «consistentes», NÃO - venham os «Planos B»

- Ocasião Única  e Irrepetível - só com muito «Treino», «Unhas e Dentes» ou não «chega» para a Lotaria (não) Instantânea?

terça-feira, 30 de julho de 2013

RASGA - RASGA

- S. espera por  General Z;      [a Zmab que espere...]
- há papéis acumulados, de «anos e anos», para rasgar [...]

- [pelo meio, surgem «peças», folhas, recortes, fragmentos [..] que (re) acendem  (INVOLUNTárias) Memórias e memórias [...]

Well
- hora de voltar à «ACTIVIDADE» [...]
 

Maria Teresa Horta + Ana Luísa Amaral + Graça Martins

[«Quintas de Leitura», Porto, 11 de Julho de 2013]

Vídeo da sessão em:
http://www.youtube.com/watch?v=ya9K_fkpfoo

- ver, também, no Blogue de Graça Martins + «diálogos plásticos» com poemas de M. T. H. - «entrada» de 29 de Julho :           AQUI



 

domingo, 28 de julho de 2013

Maria

Maria (a «alentejanita») está «a caminho dos 4  anos».
Conta a avó L. que, ontem, dia do nasc. da mana Joana, chorava e dizia:

«Quero a Minha Mãe para Sempre»

domingo, 21 de julho de 2013

Samuel (Johnson)

Samuel Johnson Está Indignado:

por haver tão poucas árvores na Escócia.

Lydia Davis, Contos completos, Lx, Relógio D'Água, 2012, p. 306 (do livro com o mesmo título, de 2001)

Então qual é o seu próximo nome

[o título é de M. R., uma das que «escapou» do «Cataclismo», por grande Mérito próprio]

...: Samuel

[ver a «proveniência» - aqui e aqui]

sábado, 20 de julho de 2013

Dias difíceis

Tão difíceis, que parecia que a P. Longa nunca mais chegava.

[lá conseguiu T. terminar o R. para a Mia - com a  ajuda da própria, Pensadora  que não «cabe» em tal  Exercício Curto - [«80 a 130 palavras», Reza a Coisa]

- e  num Quadrado muito Quente - o Dobro dos Conselheiros ficou, destilando [...]
 [não dá para ser apanhado em todas as Curvas...oh, lá, lá]

«a Liberdade está a passar por aqui» (Sérgio Godinho)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Almada - «Andarilhos»

um escritor em «Andarilhos» - «recolhido» no P3
também aqui

 

Dias difíceis

dos dias difíceis, ficou apenas uma frase, de R. P.
[- de partida do Palácio 1213 para o Paraíso da «Liberdade de fazer do próprio Tempo o que se queira»]

- «um bom recurso tem que ser elaborado com Demagogia»

quarta-feira, 10 de julho de 2013

«Há uma hora certa» - Cesariny + «Os poetas»

a) muito recente, o 2.º disco do projeto «Os poetas» - Rodrigo Leão e C.a
b) sempre atenta, A. Eus roteirizou o poema de Cesariny, desta vez,
na voz de Miguerl Borges:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oXMVojCbxHY

FRASE SUSPENSA

[quinto dia de uma ESC que afinal não houve]

10:40
Sentado na ponta da ESP do Sr. D., onde o Sol ainda não chega, Leu dois contos da obra de Lydia Davis. - O livro está no colo, o olhar no sítio habitual.

Vem vindo um senhor idoso, do Bairro, que T. conhece de vista, que costuma passear 4 ou 5 cães, de diversos tamanhos e raças.

Passa, com saco de compras. Depois a esposa. Ouve esta dizer: «Este senhor parece [...]

Só entendeu mais uma palavra - que omite - mais o que não imaginou.



 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Morte a TELMO

Telmo.
Quase um ano. Apelo por tal Nome Ninguém o sentiu (e Romeiro não houve), nem o Próprio T. - [desconfia que também por causa desse «malfadado» F. L. de S.]
 
Procurava, há muito,  outro Nome - como Daniel, Rafael, Gabriel - que já foi, já (se) foram os Verdadeiros também -

- às 18:25, no sr. Delfim, «impôs-se-lhe»: Samuel
-Samuel, seja, em antecipação de 2 Meses, pelo menos

 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

MAPA - Inventário de (semi)leituras

- mais de vinte dias após o fim da Guerrilha nos Quadrados e:

a) como sempre, a constatação de que «antes Essa Guerrilha que ISTO»- isto é, BAFIOS, num Paraíso que «DESTILA»

b) T. lê menos do que expectava - as  BURO retiram-lhe Tudo, apetência e [...]

c) então, tem «saltitado» entre [aquisições recentes, material forrado]:

1. Contos Capitais, vários autores
2. O relatório de Brodie, Jorge Luís Borges
3. A luz é mais antiga que o amor, Ricardo Menéndez Salmón (desconhecido de T., até aqui)
4. Os olhos de Tirésias, Cristina Drios

Hoje, de manhã, na «Casinha», iniciou:
Contos completos, Lydia Davis [substancial, já foi forrado também]
 
 

domingo, 30 de junho de 2013

MAPA dos Dias

- de tão «pasmacentos», os dias anteriores «não existem» - ainda faltam dois CT, que se «adivinham» parecidos

- « verão embrulhado, que nem uma ESC. vai permitir, com BURO sucessivas»
 
- generalizou-se a Fórmula  «COMUNIDADE - E.»         («volta, L. P., estás perdoado»)
 
- só há pouco T. conseguiu responder a um dilecto «EX-AA»,  D. F., da Safra «07-10»
- missiva de 18 de NOV -  vinda do País de Gales - que o deixou «pasmado» durante todos estes meses
Well

quinta-feira, 20 de junho de 2013

euROpa (caminhos da)

[primeira manhã na CAve do Quinto, em muitos dias]

O senhor A. e o senhor D. exploram o pequeno REST ao fundo da Galhardo [após anos no da C. UNIV]; preço fixo para Ref. completa; chegam a «rodar» 3 vezes, ao almoço;
Tramsmontanos, 2 de 9 irmãos, fizeram o caminho da sua GER: emigrantes na Suiça, trabalhadores infatigáveis, mesmo;

Ontem, após almoçar, T. «viu» a TRIST no olhar do senhor A.
Contou:
que o filho - a «quem, julgava ele, dera uma ENXADA», i. é, um Curso de ARQ - «emigrara para França» [de outro modo refazendo o Caminho dos pais], «onde trabalhava num grande ARM de distribuição»; e que, «embora lá tendo familiares que o iriam ajudar a aproximar-se da sua área...»

T. só articulou, à despedida:
«Formação, é melhor tê-la, sempre, sr. A.»

Pois é.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Tratado da Mão - entre Alcântara e Sintra

- quem «anda entre Alcântara e Sintra» é J. M. - pelo Meio, atingiu uma Expressão  já  Própria - T. espera o  Caminho que fará -   Leituras certas e inspiradoras faz
 
[foi das poucas que veio Tocar, pela Palavra Sóbria, à despedida]
 
-  segui-la, na sua (austera?) Casa de Escrita, da qual se transcreve um exercício - de Maio - passível de ser incluído numa Série «Tratado da Mão»:
 #

A tua mão arranca
quanta pele minha puder arrancar.
Escava-a do respirar podre da cidade,
descobre o caminho até ao macabro
esventrar do grito,
desconstrução do que é lúcido
num segundo, e depois
desvendam-se universos
na sua nua forma
que é minha também.

 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Santo António não tem Culpa

Nesta noite, nem o Santo vale a Gaspar.

L. B. e Sr. DEL competem, inundando o Galhardo do enjoativo cheiro da SAR e de música «escalavrada»

Espaço público. Privado, nem com as janelas fechadas.

Well.
De manhã cedo, T. deambulará pela Amada LIS, livre de «manjericadas»

terça-feira, 11 de junho de 2013

«Fim de tarde» - Golgona Anghel

[vem aí, o fim de tarde; foram os CTs mais «rápidos» da história do Paraíso  -  T.  lê o último livro de Golgona Anghel - hoje, o  adequado  para tal dia de hoje]

VOU PASSANDO ÀS CAMBALHOTAS POR ESTE FIM DE TARDE
como um dúvida à procura do seu ângulo recto.

Organizo milhares de peças de puzzle, 
reconstruindo mundos perdidos
com a imagem virada para baixo.
Transformo as soluções em enigmas.
Desloco eras,
reavivo vulcões, 
erijo à volta de um ar de mamas,
escolas de arquitectura,
histórias de sobrevivência,
bocas secas,
dentaduras postiças.

Do armário, chega-me
como um hieróglifo sonoro de uma dor remota,
o assobio intermitente 
de um rato.
Nada nos une, penso, 
a não ser esta janela falsa
na câmara de gás.
Passo a mão pela frente molhada,
mudo, à pressa, 
os lençóis à ilusão
e fico, outra vez, à espreita.
Seria tanto mais fácil esperar pela eternidade
se, ao menos, houvesse alguma mini no frigorífico.

Golgona  Anghel,  Como uma flor de plástico na montra de um talho,
Lisboa , Assírio & Alvim, 2013, pp. 55, 56