sábado, 19 de setembro de 2015

MAPA + Fecho

Mapa - o de ontem -
 - a partir das 9 e 45, na C. N. de P., com General Z - [País Real] - custa a acreditar que um punhado de funcion. consiga «dar conta» de tal Multidão...

- na «Grã Fina» (que Nome), em frente, casual (re)encontro com a Mãe de M. B. G. (ou A. P.) - que não reconheceu D., «à primeira»... depois apareceu a de R. V.... e C. aproveitou para saber de F. S.
(três Magníficas, em 0910 , que, depois, tiveram que («de)crescer», naturalmente... e o «resto não se diz...»)

[- Clemente tem andado adormecido, tal como o «Peri»...
 - «mate-se» aquele e «apague-se» este - é tempo de «arrancar» - que a S. não falte, que tudo se ultrapassará...]

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A cor das Uvas

Eli: «deixa-me fotografá-las, não vá Alguém dizer que são [...]

Cerimónia Solene do «Lançamento»... 


Após as maçãs vermelhas de 1314, as verdes, em 1415,  e, agora, em 1516, a «surpresa» das Uvas,  da cor que «está à vista» na foto de Eli...


AFora isso:


[muitas Caras «duplamente» Novas, muitos ÓSCs.... Horror!]

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O verdadeiro Escritor

[leitura concluída ontem, no T. do Palácio, visto que a General...]

Recorte:
       Quinta, dois.
        — As pessoas julgam a literatura um campo adicional de experiências, diz Pip, mas esquecem que é uma experiência virtual, que não pode ser utilizada de modo efectivo. Um autor põe em cena personagens que travam as lutas a que ele próprio se esquiva, fica tranquilamente sentado enquanto as personagens se debatem, uma parte dele expõe-se, enquanto a outra fica resguardada em casa, atrás do vidro, com os pés bem quentes diante da lareira. E o leitor, autor virtual, repete a mesma experiência, duplamente frustrante, […]
         — Mas no fundo tu venderias a alma ao diabo para seres capaz de escrever um livro, grito, porque hoje finalmente ele me exaspera.
         — É, era eu que deveria escrever livros, diz ele sem se alterar, tenho tudo na mão para escrever livros, o olhar certo, a palavra certa, […]   […] mas a literatura não se justifica e por isso não escrevo, porque o que não se justifica não merece ser feito, mas nem por isso deixo de ser escritor. Embora nunca vá escrever, não deixo de ser escritor — o verdadeiro escritor é justamente o que tem consciência da impossibilidade de escrever.
          — E os que escrevem livros são o quê? pergunto, furiosa.
         — São escribas, diz ele. Passam com desembaraço por cima de todas as dificuldades, por pura incapacidade de as ver. É o que se passa contigo.


Teolinda Gersão, Os guarda-chuvas cintilantes — Cadernos I – diário, 3.ª ed., Sextante, 2014, pp. 64-66 [texto truncado]

Outros Recortes: AQUI e AQUI

terça-feira, 18 de agosto de 2015

«Terra navegável» - Armando Silva Carvalho

- sendo o único livro de P. que veio na mala do Rugido, tem sido várias vezes lido...; um dos cerca de 53 poemas:...

TERRA NAVEGÁVEL

Vamos pela tarde fora à procura de deus.
Depois do dia ter falhado com as sua promessas
o que nos sobra é tudo o que vai daqui até ao mar.

Transporto no coração a contagem dos passos
e na cabeça a língua que se prende
por engano ao céu da boca.

Será sempre preciso navegar em terra,
agarrar o que resta pela cintura e disfarçar o corpo
nu entre os rochedos.

Cada palavra é um remo, cada abraço perdido
uma bóia a menos no costado.
Os aparelhos da fala excrementos das gaivotas.

A tarde recolheu os últimos sinais da divindade.
Avançamos à procura da água
prometida.

Confundimos as ondas com os limos da garganta,
as cavernas com as muitas moradas, o destino
com mais um precipício antes da noite.

Armando Silva Carvalho, A sombra do mar, Assírio & Alvim, 2015 (junho), p. 50

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Zmab, 25.º Dia OU «doce recolhimento» (MEC)

- ao 25.º dia no Rugido, C. «desconfia» que será dos «poucos» que não reclama de «tão fresco» Agosto («Verão chocho» diz, ao lado, o sr. R.)
- C. «sente-se pensando-se» num estado «parecido» com o representado na crónica «Doce Recolhimento», de hoje, de MEC

[quanto à General, «declara-se farta de...» - (normal)
 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Ana Hatherly, «A Mão Inteligente» - + [...]


Sem Título, 2003, Direção-geral DO PATRIMÓNIO CULTURAL/ARQUIVO DE DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA
















- em 1011, até à abertura, após o Carn., do Palácio (ainda «incomp.»...), tudo esteve «comprimido»  na Aldeia Content.; 
- frequent., os Quad.s eram iniciados com citações de A. H.;  - depois...; Mia (ainda em CIN.?) contou que A. H. a recebera com... (C. já não se lembra...)

- na «Nova», a partir de 8687, C., então D., foi seu aluno por duas vezes (no 1.º e no 3.º anos) - e recorda bem a Figura «exótica sóbria»...; e a voz, de timbre algo «Estrang.»...;  a professora de riso único... [...]

- Revisitações várias no  Público de ontem - mais - mais

- evocada e comentada por Ana Luísa Amaral (+ L. C., partindo do poema «Esta Gente....», no programa »O som que os versos...», de 06 de Março de 2019

- vídeo, com panorama sintético da Vida-Obra, em Página da GULB., em Janeiro de 2020; - Entrevista a Ana Sousa Dias, de 2004, na RTP-ARQ

- em 2022, no «Real Gabinete», A. H., por Cláudio Daniel; 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

T. + T. + C. - Mapa do dia

Zmab., 13.º Dia da Época...
- 10 e 45´, no «R.», novo Poiso de C., após o Menino D., filho do Alemão, ter «desconfigurado» a Santa...
Torradas + Tostas + Chocolatados (é sempre a Aviar...)

Well - hora de regressar ao Palácio...

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Espelho e Matriarcado

[há dias, a Mana A. e o cunh. Z. M. - «primo-irm.» da General Z. - quase de saída do Rugido - estamparam sorrisos sardónicos, quando C. declarou que, mais uma vez - e como sempre - era a General 
«quem decidia»...]

- sobre o M. - C. terá lido, lá por finais de 70...,  a obra clássica de Engels (A origem da F. da P. P. e do E.) e, num livro de «Evocações» da esposa de um oficial Fuzileiro (quando?), o relato do M. numa tribo perdida, na Guiné (livro que C. terá oferecido a uma Qd.a....)
- no P3, uma série de Fotógrafa alemã premiada, sobre as »Meninas Sérias »que são preparadas para exercer o M., numa aldeia da Índia.....     AQUI

quarta-feira, 29 de julho de 2015

«Vem por AQUI» - Régio, por «AA»

O mais «conhecido» poema de Régio continua a «originar todo o tipo de «revisitações»...

No caso, um trabalho no Palácio 1415 - versão «dançada»- filmada - AQUI

domingo, 26 de julho de 2015

«A luz pedregosa» - Carlos de Oliveira, por Silvina Rodrigues Lopes

[poema de Carlos de Oliveira, lido por S. R. L., a «iluminar» o ensaio «abaixo» referenciado]
Casa

A luz de carbureto
que ferve no gasómetro do pátio
e envolve este soneto
num cheiro de laranjas com sulfato
(as asas pantanosas dos insectos
reflectidas nos olhos, no olfacto,
a febre a consumir o meu retrato,
a ameaçar os tectos
da casa que também adoecia
ao contágio da lama
e enfim morria
nos alicerces como numa cama)
a pedregosa luz da poesia
que reconstrói a casa, chama a chama.

Carlos de Oliveira

«A pedregosa luz  da poesia» (na série «A luz como meio e limite») - ensaio de Silvina Rodrigues Lopes, Público, Revista «2», p. 29         ou         AQUI

sábado, 25 de julho de 2015

Rugido, 2.º Dia

[Rampa principal continua em obras...; lá em baixo, o Rugido «não muda»]

Café do Alemão       (onde deixou de se ouvir a Dona R....)
- felicitações dadas a P. M.- H. (quase 57...), mestre de H., que, desde 98, tentava o regresso ao Palácio... [tal como registado, por ex., aqui...]

- mantém-se a Pausa, provocada pelo Cansaço + Novas Lentes e, até aqui, só se «sobrevoou» o n.º 5 da Granta...

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mapa do dia ou Fim da Empreitada Estival

Foi ontem. Poucas «sofrências» para tão grande equipa: E. V. + P. O. + M. F. + F. D. (os três primeiros Nomes não «sabem» se estarão no P. para o ano...; M. F. trouxe «quadradinhos» de Marm. Caseira - Delícia)

Entusiasmado, P. O. «rasgou o Canto» «e foi por ali fora» [«aplique fita cola», instruíram do AGRUP., Rel. de Ocorr. só se...]

À tarde, além das «pontadas picantes» de A. Cart. (o Chefe), L. N., a M. de Coimbra, deu lição de «Barística» - N. também sabia bastante sobre Gin - [deu para C. se aperceber de quão «desactualizado» está...]

Well. Fim. Haverá mais para a próxima Estação.

[Entretanto, e porque General Z. resolveu adiar a partida, o Rugido que espere...]


terça-feira, 14 de julho de 2015

MAPA do Dia

Palácio 1415, das 8 e 30 às 10               (pela «Fresca», antes da....)

C. foi inventariar as P. dos Qd.s deste ano; só uma ou outra «surpresa»; «desastres», muito poucos...
Aleluia

Reencontrou B. Rs, («homónima» de D....), 20 Primav. 
[menina rara, cinco anos no Palácio, para conciliar com estudos de Música] 
- disse «que fez Des., só para resolver uma questão pessoal, com o Ex. de 1314»...»                  [há pessoas assim...]

- F. Ch. (1.º Bloco em 0506...) voltou a «baquear» em GD...  («produz chocolates, pequena, produz chocolates...»)

sábado, 11 de julho de 2015

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Realizador de um só filme?

 J. P. P. pertenceu ao Bloco A do «Paraíso 9697»...- (o tal em que só S. M....)

Reapareceu, no V. passado...  ( AQUI ) - agora: - em  várias Casas (entrev. à Antena 1 + ...), pelo   filme-doc. "Voltar à Terra», - art. de V. Câmara,  no «Ípsilon»,  pp. 32, 33      (ou AQUI)
- Saltando uma Ger,, revisita Raízes de Avós [...]
- diz que é o seu primeiro e último filme ...; quer ser D. de F...
- ver também  a  Casa de Trabalho

- a 18 de Novembro, MEC escreve, no Público,  sobre [...] - AQUI

terça-feira, 7 de julho de 2015

Sophia, por Maria Barroso

três poemas de Sophia, na voz de Maria Barroso (...)

- seguir por endereço do «Observador»: AQUI

domingo, 28 de junho de 2015

Morte do Cisne - Teresa Veiga

[dos Leitores do Palácio, o Arq. A. F. - Mestre de G. D. -  mantém «poder aquisitivo...»; C. tem beneficiado dos empréstimos desse leitor de Teresa Veiga - pseud. de (??? = H. H.?...]

- desta vez, C. adquiriu o mais recente de T.V. (após 7 anos de...) e vai para a sétima Narrativa (de 11)

Recorte inicial da terceira:
      
          Kitty,  a bailarina do Wonderbar, estava há sete dias barricada no quarto, rodeada de grande silêncio, voluntariamente incomunicável.
     A mãe levava-lhe um tabuleiro com comida às horas das refeições. Arranhava na porta (já perdera a disposição para tamborilar) e largava o tabuleiro num carrinho de chá rolante que, desde que aquilo acontecera, era o elo de ligação entre os dois mundos.
         O cheiro quente da sopa acabada de cozinhar, do arroz de polvo ou outra iguaria que a mãe escolhia a dedo na tentativa de a prender à vida, o perfume violento dos biscoitos com as suas baforadas açucaradas  a essências de canela e de baunilha, invadiam o pequeno quarto e incorporavam-se no ar parco, saturado de monóxido de carbono, [...]

«A morte do cisne», in Teresa Veiga, Gente melancolicamente louca, 2015, Tinta-da-china, p. 51


Imagem de artigo - «Contos exemplares portugueses», de Isabel Lucas, do Público:AQUI

Artigo do Observador - AQUI

Na p. da Editora - leitura de exc. por C. V. Marques: AQUI  (+ algumas páginas...)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Setembrismo ou Fecho

Setembro vai longo. Lento. Do Tédio à Agonia - Pausa «arrasta-se»...Há que fechar o «PERI», seja como for.

C. pouco leu neste Verão (quer convencer-se de que foi para poupar a V., para que possa «aguentar» os  Ciclos que faltam...)

O que não falhou foi a RECUP. de VOC.
Well.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Carlos da Maia, Portugal, «c'est MOI»

«General Z» -  leitora SÓ de EÇA, veja-se lá -  não pára de falar da ida ao («ressuscitado») «Ideal, do Loreto», no sábado...

[terceira sessão, sala repleta de «BookFACES»...]; [noite «épica», para C.: 3 horas de Cadeira, resistindo «APN»...]

[e houve minutos com o REAL., J. B., que disse que...:
-  «os cineastas são uns Ladrões das outras Artes» [...]
-  «aquilo é tudo Papelão Pintado» [...]
«usando só as palavras de Eça», «eram ´os Maias` dele, J. B.» [...]
- «Portugal é um Círculo VICIOSO» [ou algo parecido com isso....]

[...]
- [do dossiê do «Ipsilon», de 12 - 09, destaque-se «Sua Majestade, o Romance», de António Guerreiro - AQUI]
- continua disponível, na RTP Play; verificado em FEV. de 2021

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Passado a cores...

... Presente a preto e branco

«Montagem» recolhida do «P3» - DAQUI
- projeto de Sylvain Granjon ( ... «quer falar do tempo. E quer falar da sempre "omnipresente" infância. "Tracks" é um projecto que encerra as duas circunstâncias ...») - ou do END do Fotógrafo - DAQUI
[enquanto o Palácio «não se decide»...
 - ontem, percurso com a General, até à «Ribeira das Naus»...
- «Na Ribeira NOva», parte ainda em EStaleiro - nem tentou Ver a Criança que, no andar de Cima [«Verdes»], o Via a Ver a Criança que o Via...
 - «arrastou» a General pela «lateral», para o Jardim do M. de S. da B.
- aí, sim, ficou deslumbrado com a Imponência  do «Ninho de Palmeiras» sob as quais tanto (e tantas vezes) brincou... - só isso atenuou o périplo.[..]

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Zmab: paraíso Canídeo

[cerca das 9 e 30 do Dia do Regresso; ordens da General;
no Palácio Velho, C. ouve uma das funcionárias que varrem a rua]

Nunca vi tanto Cabelo de Cão como neste ano.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Marie (Je vous salue) - Godard

- Da celeuma de então (1985...) restam vagas lembranças a C.
- O filme, só agora, ONTEM, o viu.
- A Tempo.

Woolf (Virginia)

REcorte final da E. «Sapatos Vermelhos», de «Ana de Amsterdam (Ana Cássia Rebelo)»:

   [...]  Reli “Mrs. Dalloway” à luz fraca de um candeeiro de abajour amarelo. Não sei explicar o que há na escrita da Virgínia Woolf que tanto me prende.  Já li análises, assisti a documentários, já li até uma tese de mestrado de uma rapariga brasileira sobre a estética feminista na sua obra. Conheço a essencialidade, a modernidade, a força imensa da sua escrita, mas, quando leio os seus livros (os romances, sobretudo "Rumo ao Farol"), todas as análises, estudos, comentários me parecem comezinhos, insuficientes. Falta qualquer coisa. Há um mistério secreto na escrita da Virgínia Woolf; suponho que nunca o descobrirei. 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Raro (Rapaz) ou O Pequeno Grande Leitor por Hipótese

[Café do Alemão, como sempre]                     [F., que ontem disse «ter que regressar ao MEST.», foi substituído por T., que diz «pertencer à quarta Geração de CRIMIN., novo curso, no Porto»; boa]

[Ontem, a Dona R. «desconcertava», em Alemão, um turista que usava o Inglês; Delirante, durou quase uma hora; o T. não imaginava no «que se metia» (75, por Noite, em Agosto), e, com o DOc. de Id. nas mãos da Senhora, teve «que se render...»]
 
[9 e trinta; manhã fresca; cheira a Esgoto na Aldeia sobrelotada de Agosto]
 
Na p. da N. S. (este ano «semeada de pedregulhos»), um Infante, de calções verdes (14, 15?), caminha na zona da M. B. e lê, alternando:
- Bovary, na edição da «Minerva de Bolso» (!!!!)
- algo de Machado de Assis ...
(«terão ficado para trás» na casa que alugam?)
 
- quanto a C., iniciou A meta...., de Rui Zink (interrompendo Uma outra voz, de Gabriela R. Trindade)
- («última Hora»: Zink «despachado» numa só tarde....)

 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Zmab: a má-língua local

[10:00 - 2.º dia do «Regresso pós-Avalanche»
Café do Alemão]
um dos «Residentes» [qual «Marreta», não velho]:

«agora que eu estava a gostar disto, é que se acabou;
devia de ser todo o mês de Agosto»

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

AVALANCHE

Primeiro de Agosto.
 [já não se fala em «mudança de Turno» - o Fluxo é contínuo]

Ciclistas, Festivaleiros, Famílias, CRianças, Cães... é só o início.

TRansborda.

Aguenta, Rugido.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

«O projeto que não deixa tirar férias» (Ver e Olhar - «Smoke»)

Ontem - «(Re)visão» de «Smoke» (1995) - (há muitos anos visto).

Recortes do «quadro» Melancólico que «inspirou» o item referenciado AQUI (há um exacto ano...)
[…]
Paul: São todas iguais.
Auggie: Exactamente, mais de 4 mil fotografias no mesmo sítio: o cruzamento da Rua 3 com a sétima Avenida, às oito horas da manhã. […] É por isso que nunca posso tirar férias […]
P: Nunca vi nada assim.
A: É o meu projeto. […]
P: É fabuloso. Mas não sei bem se percebo. […]
[…]
A: Se não abrandares, nunca perceberás […] quase nem olhas para as fotografias.
P: Mas são todas iguais.
A: São todas iguais, mas cada uma delas é diferente de todas as outras. Há manhãs luminosas e manhãs escuras. A luz do verão e a luz do outono. […] Pessoas de casaco e galochas, pessoas de camisa de manga curta e calções. Por vezes são as mesmas, por vezes são diferentes. [...]
P: Abrandar, é isso.
[…]

domingo, 27 de julho de 2014

Zmab, 8º dia

Nada a assinalar.

11:45 (ESP do «Alemão» - ...)

Um Coro de Velhas beija-se e abraça-se ...»

Circulam várias Línguas...)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Barbeiros, I (ou «os perigos de andar de boca aberta») - Miguéis

[texto que teve que ser lido para fins «oficiais...]

[espaçadas eram as idas ao Barbeiro de C., então, D. ou N., pois eram «cortes quase de máquina Zero»; dois eram os barbeiros:
- o sr Manuel, magro ou seco, sóbria e polida figura,  na Calçada da Bica Grande - repleto aos sábados de manhã - que teve carreira muito, muito longa...;
- o sr Fernando, na Calçada Salvador Correia de Sá - onde D. nasceu... - rubicunda e sarcástica figura, sem piedade pelas crianças... (outras histórias...) 

REcortes de Recorte de Miguéis:
      Entrámos numa mercearia, e ali fiquei muito tempo, especado entre as sacas de batatas e de arroz, a ouvir falar de doenças e mortes, de carestia da vida, de política e de outras atualidades, então como hoje, palpitantes: desconsolado e quase choroso, porque ninguém me deu uma bolacha Maria nem um pirolito.
   Havia algum tempo que os ares andavam turvos: falava-se de República e de Revolução. Diziam-se cobras e lagartos do Rei. [...]  Um novo pormenor, para mim de incalculáveis repercussões, vinha acrescentar-se agora ao Regicídio: da explicável confusão que se seguira ao atentado, algumas pessoas tinham saído mortas e feridas. Acontece que o barbeiro da Graça, súbdito leal de Suas Majestades, não quisera perder o ensejo de saudar à chegada a Real Família. No Terreiro do Paço, à passagem do magro e veloz cortejo, ele tinha aberto a boca para bradar «Viva El-Rei!» quando uma bala perdida, entrando-lhe pelo céu da mesma, lhe furou a base do crânio para sair pelo olho direito. Foi uma bala prodigiosamente acrobática, disso não resta dúvida nenhuma. Ignorante da Medicina Legal, ao ouvir estes relatos macabros e sugestivos,limitei-me a pensar com horror nos perigos de andar de boca aberta a dar «vivas», ainda que fosse à República, como era o meu costume.
      Saí da mercearia acabrunhado, pela mão de minha mãe. Tinha confiado os meus virgens caracóis às mãos daquele barbeiro «talassa», e sentia-me agora um bocado órfão.


José Rodrigues. Miguéis, «Pouca Sorte com Barbeiros», in Léah e Outras Histórias, Lisboa, Estampa, 1987 [1.ª edição de 1958], pp. 104 e 105 (adaptado)

RUGIDO

[há pouco, no MULT, «reencontro» com a «pequenina alentejana», colega de D., em MED, no Campo Santana,  entre 76 e...; médica lá para o Interior...; diz que «tem cá Casa, e que, sempre que pode...»; C.- também, cada vez mais...]

[General Z. «lá se decidiu»; e, como gosta muito da «C. dos Aranhiços.»..; será longa a Pausa, desta vez «cortada» na semana da Enchente; Lisboa em Agosto, sempre bom, também]
 
Sempre EXC. Julho, antes da Avalanche FEST...; no jornal de hoje, o «chefe da Coisa» (Montez?) diz que «quer chegar aos 200 000»; não há NAT que resista à IND.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

As metáforas do Sr. DRT.

[último Quadrado daquele tipo de BUROC...]

[se até o próprio classificou a sua INT. de «poética»...]

- curta ou reduzida lista das metáforas que «profusou»...:

- MOTOR, BARCA, PORTO, «lança em África» ... [ai. ai, C. não se lembra de mais...]

- T. A. - a «repórter», disse que «só reproduzirá versão abreviada»

- Palmas, houve. C. S., estranhamente, «não abriu a (o) B.»

- «foi bonita a festa, pá».

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Empreitada + Ex-AA

1.º  Dia da Fotocópia (a 5 Unidades, nada mau, como Receita...)
 -pelo meio da tarde, apareceu J. P. P. - «um dos Nomes que nunca será esquecido» (outras histórias...)
- finalista de 96 - 97 (ADV, 1.º Bloco, n.º 14, confirma o «D. dos Retratos»), o primeiro ano «definitivo» de C., então D., no Paraíso (e mais não se diz...).

- CIN. e, ou, Dir. de FOT., 35 anos, - diz «que agora não rejeita trabalho algum», «porque tem: uma filha de 12; um Enteado, DISL, a vir em breve para o Paraíso»,  (e o resto não se diz ...)

Well.

[hoje, 16, quando C. contou a S. M. - Mestre, de I. e S., do referido QUAD: «35 anos? Como não estar Velha, EU?»]

sexta-feira, 11 de julho de 2014

MAPA DO DIA

[enquanto «Sempre Sorrrrisos» espera...]                  (pelas 18:30?)

1. última sessão de Pares

2. palmas, houve muitas

3. nada a assinalar

Well.
 «Let´s Dance»

sexta-feira, 4 de julho de 2014

RASGA - RASGA + "Verão pendurado"

1. DE manhã,  sentado na ESP. do L. B.,
- após ter falado com dois «actuais AA.», -
C. «pensa sentindo» que terminou o «1.º terço» da Grande Ausência - o do Vazio -, atendendo ao  «Regresso da  Vontade da Palavra e da Imagem.»

2. Tão «intermitentes», dispersas ou descontínuas foram as leituras neste «1.º terço», que não pode repetir uma lista como a de 4 de julho do passado ano...
 
3. de resto, toda a tarde foi de RASGA-RASGA

[muito gosta C., por razões que incluem as do «Planeta Desconhecido» - (L. D.) - de Verões Frescos, mas será prematuro, quando ainda faltam os dois Meses do Fogo, considerar o que decorre como «O Verão Pendurado» (crónica de hoje de MEC)]

quinta-feira, 19 de junho de 2014

MAPA DO DIA

[de ontem]
 
[pela AUSÊNCIA, C. «recompensou-se» («estupid.», seja) do SOF. do ano passado...(«e o resto não se diz»]

domingo, 15 de junho de 2014

Branco (O hospital e a praia) - por Sophia


O HOSPITAL E A PRAIA

E eu caminhei no hospital
Onde o branco é desolado e sujo
Onde o branco é a cor que fica onde não há cor
E onde a luz é cinza

E eu caminhei nas praias e nos campos
O azul do mar e o roxo da distância
Enrolei-os em redor do meu pescoço
Caminhei na praia quase livre como um deus

Não perguntei por ti à pedra meu Senhor
Nem me lembrei de ti bebendo o vento
O vento era vento e a pedra pedra
E isso inteiramente me bastava

E nos espaços da manhã marinha
Quase livre como um deus eu caminhava

E todo o dia vivi como uma cega

Porém no hospital eu vi o rosto
Que não é pinheiral nem é rochedo
E vi a luz como cinza na parede
E vi a dor absurda e desmedida

Sophia de Mello Breyner Andresen, Livro Sexto, 1962, transcrito do II vol de Obra Poética, 4.ª ed. 1999, p. 138

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ex - AA + Apontamentos

[manhã já Alta, o calor apenas permitiu a C. a descida da A. Reis - pelo lado da «Mitra»-, até à FNC; lixo, cheiros fortes, turistas «aos molhos», «afogueados» [...] 
- mangueiras camarárias, vá lá, refrescavam detritos e destroços - ah, esta mania de, em dia de S. Pessoa, visitar o «depois da Festa» -
 
- entrou na «Feira dos Tecidos», à esquina da R. do Ouro [onde houve uma LIV do «DN»... - seis meses depois - só para confirmar que lá continuava D. S. (1112, RPE) [...] -
 
- «provocou-a», chamando-lhe «boa Funcionária» [retorquiu «que sim, que até já fora aumentada»] e perguntando «quando é que emigrava» [respondeu «que estava uma irmã para chegar, de Angola, e que depois decidiam...»]
- Ligeira, isso,  continua...

terça-feira, 10 de junho de 2014

Antecipação - «que Nome é o seu?»

- Clemente, para toda a (próxima) temporada («1415»)

[vai ser preciso «fazer jus» ao Nome - mas, algo terá que mudar - mesmo que seja para «tudo ficar na mesma», lá para o fim...]